“E agora? Meu estomago se revira de medo, meus dedos se mexem inquietos, assanham o cabelo que acordou brigado comigo. Sinto vontade de roer as unhas, ou ir embora cedo demais. Os ponteiros se arrastam, as horas não passam, a incerteza me sufoca. O dia parece que amanhaceu gorado, e nada disso me anima a achar que as coisas melhorarão ate o entardecer. O silêncio me dá nos nervos, gasto tempo procurando distrações baratas, e nada disso funciona, não me sinto mais calma. Você ainda vem?